MENSAGEM EPISCOPAL
 

 

 O nosso Deus é “Onimisericordioso”

 

“A benignidade do Senhor jamais acaba, as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade” (Lamentações 3.22-23).

“Porque o Senhor é cheio de misericórdia e compaixão” (Tiago 5.11b).

 

Sabemos que o prefixo “oni” (que significa “todo”) é usado em pelo menos três dos atributos de Deus: “Onisciente” (todo conhecedor); “onipresente” (presente em todos os lugares) e “onipotente” (todo poderoso).

Mas, em seu relacionamento conosco o nosso Deus é também, e acima de tudo, “todo misericordioso”. Os versos acima demonstram essa verdade “as suas misericórdias não têm fim”. O Senhor é cheio de misericórdia e compaixão”. Deus é imutável e, como conseqüência, ele é constantemente cheio de compaixão.

Em um tempo de desespero e caos, a esperança de Jeremias foi restaurada quando ele trouxe à memória o fato de que “as suas misericórdias não têm fim; renovam-se a cada manhã”.

A plenitude das misericórdias de Deus nunca se esgota. Ainda que Ele demonstre sua misericórdia dia após dia, ele continua “cheio de misericórdia”.

Em Deus não existe menos misericórdia disponível para nossas necessidades hoje do que havia para qualquer outro servo ou serva dele em qualquer época do passado.

Por isso, ainda hoje, em momentos de desesperança e aparente caos em nossa vida, família ou ministério, podemos agir conforme a sugestão do autor de Hebreus:

“Aproximemo-nos corajosamente do trono da graça, para que possamos receber misericórdia, e encontrar graça para socorro em tempos de necessidade” (Hebreus 4.16).

No amor de Jesus,

Bispo João Carlos